Todos os dias à mesma hora venho aqui em busca de
sossego.
Sento-me sobre o muro, estendo o meu olhar sereno por
toda a avenida e
a única voz que eu ouço, é a voz imperial do silêncio.
Olho a calçada, os
desenhos simbolizam-me as estrofes d'um poema.
A cada desenho, uma
palavra por escrever uma poesia que fala do monte ao
fundo.
O azul do céu por si só, é uma poesia branca, na quietude dos
meus sentimentos.
Apraz-me o horizonte que os meus olhos vêem na matiz que
me rodeia, quando a
noite desce mansinha, sobre a avenida e abraça a vila.
Aqui, a vida tem o sabor da
eternidade.
sossego.
Sento-me sobre o muro, estendo o meu olhar sereno por
toda a avenida e
a única voz que eu ouço, é a voz imperial do silêncio.
Olho a calçada, os
desenhos simbolizam-me as estrofes d'um poema.
A cada desenho, uma
palavra por escrever uma poesia que fala do monte ao
fundo.
O azul do céu por si só, é uma poesia branca, na quietude dos
meus sentimentos.
Apraz-me o horizonte que os meus olhos vêem na matiz que
me rodeia, quando a
noite desce mansinha, sobre a avenida e abraça a vila.
Aqui, a vida tem o sabor da
eternidade.
José Maria... Z L

Sem comentários:
Enviar um comentário