A árvore morre de pé
Renasce o dia e eu procuro no tédio a raiz da água. A púrpura, que
me
libertará da melancolia com que eu acordei.
Há um animal azul, feroz, que tenta trucidar o meu sonho
de menino: ser poeta.
Nem as cinzas que cobrem e matam a árvore centenária, nem as
nuvens que escondem o
azul do céu, ofuscam a minha sede e perscrutam
o meu caminho.
Ostento o fio do horizonte onde as aves dormem e os
lobos pernoitam.
Nada oscila o meu sonho determinado. O meu mundo é
uma praça vazia
vestida de olhares pálidos, onde a ilusão nunca
morrerá.
Renasce o dia e eu procuro no tédio a raiz da água. A púrpura, que
me
libertará da melancolia com que eu acordei.
Há um animal azul, feroz, que tenta trucidar o meu sonho
de menino: ser poeta.
Nem as cinzas que cobrem e matam a árvore centenária, nem as
nuvens que escondem o
azul do céu, ofuscam a minha sede e perscrutam
o meu caminho.
Ostento o fio do horizonte onde as aves dormem e os
lobos pernoitam.
Nada oscila o meu sonho determinado. O meu mundo é
uma praça vazia
vestida de olhares pálidos, onde a ilusão nunca
morrerá.
José Maria... Z L

Sem comentários:
Enviar um comentário