sábado, 3 de fevereiro de 2018

Continuo a percorrer o meu caminho em busca d'uma
história,
que, a minha inocência perpetuou na minha mente e
que me persegue.
A vida foi incapaz de me entregar na mão, o tempo
recusa apagá-la da
minha memória, e, eu não conformo em perdê-la.
Não foi uma mera história,
uma coincidência d'uma manhã de sorte, nem che-
gou com a
primavera para dissipar no inverno. Veio para ficar.
Tudo tem uma razão, mes-
mo que a razão desconheça, não te dês por vencido.
Lembra-te,
que as palavras que nascem hoje, podem morrer
amanhã,
cheias de pó, na gaveta d'um louco.
Percorro o meu caminho,
abraçarei a última sílaba do teu sorriso, quando, eu
encontrar a minha história.


José Maria... Z L

»»Eu ainda tive algum jeito
Perdidos num campo de terra onde demos o nome
do 'nosso estádio',
jogávamos futebol de alto-nível.
O estádio estava
sempre cheio como mostra a imagem. As claques
apoiavam-nos com cânticos e respeito.
Para uns
éramos prodígios, para outros, os vadios d'aldeia.
Eu ainda
tive algum jeito. Vivi a minha ilusão: até ver as
fintas e
os golos de Eusébio e Pelé.
Então arrumei a minha tralha, o meu jeito e a
minha
pouca sorte dentro do meu saco d'ilusão, e fiz-o
desaparecer.
Procurei novo rumo!...
Sem nunca esquecer o cheiro do pó que um dia
eu respirei, nem a segurança de brincar
nas ruas d'aldeia.


José Maria... Z L

Não me procures no deserto, decerto, não me vás
encontrar.
Não me procures no espelho porque vás-te
encontrar a ti.
Não me ames em silêncio porque, dói
aos dois.
Eu sou um mendigo de olhos vazios que o mundo
percorre,
em busca da verdade. E em boa verdade; já encon-
trei razões fascinantes...
E muitas razões deprimentes.
Questiono-me às vezes; o que é a verdade?.
Eu sei que
não sou o dono do certo, mas não me procures
d'outro lado,
porque não terás a minha presença.
O jogo é traiçoeiro.


José Maria... Z L

O manso rio que percorre o meu olhar
é um prenúncio
de paz, que, o meu espírito vai deleitar
nesse fim de tarde.
Quero acreditar na pureza d'água, no per-
curso do rio,
na foz, e no voo dos pássaros.
Sento-me sobre o
nada na margem do rio, escuto o som d'água,
medito o
inconstante tempo: sinto o
quanto sou feliz.
Eu tenho uma mão cheia de nada...
Eu tenho um rio à minha porta...
Eu tenho
quem me abraça... quando a saudade
aperta.


José Maria... Z L
(...) tudo ou nada. eu sou assim!.
hoje quero ser o sol e não temer
vagabundos.

José Maria... Z L

O manso rio que percorre o meu olhar
é um prenúncio
de paz, que, o meu espírito vai deleitar
nesse fim de tarde.
Quero acreditar na pureza d'água, no per-
curso do rio,
na foz, e no voo dos pássaros.
Sento-me sobre o
nada na margem do rio, escuto o som d'água,
medito o
inconstante tempo: sinto o
quanto sou feliz.
Eu tenho uma mão cheia de nada...
Eu tenho um rio à minha porta...
Eu tenho
quem me abraça... quando a saudade
aperta.


José Maria... Z L

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A tua amizade é a minha casa. O teu sorriso é
a porta de
entrada. Estar contigo é alimentar a'lma.
O tempo voa!...
Parece que eu já te conheço há milhares de
anos,
ainda ontem te dei o primeiro beijo.
Já perdi a conta dos abraços que demos. Os
mais
calorosos, foram, no terraço da minha casa
ao luar,
enquanto eu te contava uma linda história de
amor.
Os teus olhos brilharam como as estrelas, o
teu corpo
pedia mais, teu coração brotava fogo d'amor.
Voltei abraçar-te e jurei-te
amor eterno.


José Maria... Z L