A minha relação com o mar é mais velha
do que eu. O mar foi o meu confidente
desde o seio, da minha mãe.
Ele é o meu conselheiro. Quando sinto-
me só, ou tenho dúvidas
n'algumas decisões a
tomar,
nessas horas, procuro-o. Chego quase sempre
à tarde,
começo por desfrutar da brisa que
me toca o rosto, tento
esquecer o mundo lá fora. Olho o mar,
minuciosamente. Vejo as ondas a beijarem a
rocha
e as pedras do calhau, fico ali sentado,
como um triste vagabundo, imaginando a vida
noutra margem.
Por vezes, deixo-me caminhar sobre as marés
e numa e outras vezes, o azul do mar,
transporta-me por um mundo surreal , e ali,
fico excêntrico, entre a realidade e a ficção.
As horas que passo ali imaginando a
outra face do mundo
que desconheço, e que, gostaria de conhecer,
essas mesmas horas, fazem-me conhecer
melhor a mim e vangloriar a pessoa que sou.
Já de regresso a casa
olho sempre o céu e faço uma prece, agradecendo
a Deus, a felicidade que me deu.
do que eu. O mar foi o meu confidente
desde o seio, da minha mãe.
Ele é o meu conselheiro. Quando sinto-
me só, ou tenho dúvidas
n'algumas decisões a
tomar,
nessas horas, procuro-o. Chego quase sempre
à tarde,
começo por desfrutar da brisa que
me toca o rosto, tento
esquecer o mundo lá fora. Olho o mar,
minuciosamente. Vejo as ondas a beijarem a
rocha
e as pedras do calhau, fico ali sentado,
como um triste vagabundo, imaginando a vida
noutra margem.
Por vezes, deixo-me caminhar sobre as marés
e numa e outras vezes, o azul do mar,
transporta-me por um mundo surreal , e ali,
fico excêntrico, entre a realidade e a ficção.
As horas que passo ali imaginando a
outra face do mundo
que desconheço, e que, gostaria de conhecer,
essas mesmas horas, fazem-me conhecer
melhor a mim e vangloriar a pessoa que sou.
Já de regresso a casa
olho sempre o céu e faço uma prece, agradecendo
a Deus, a felicidade que me deu.
José Maria... Z L

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