sexta-feira, 6 de abril de 2018

Este é o céu onde eu posso sonhar, onde eu posso
abraçar o sol, a lua e as estrelas.
É nesse azul que eu vivo a primavera...
Que as flores exalam perfumes, com sabor de mil
cores.
Foi num dia mágico que eu te conheci...
Foi numa noite de luar que eu provei o gosto doce do
teu beijo...
Que percorri o teu corpo em busca do fogo serpentino
dos teus seios.
As estrelas brilhavam, o teu sorriso eliminava o
caminho a percorrer, o
meu desejo era chama que ardia no inconsciente da
paixão.
Este é o céu que eu escolhi para te amar
quando, eu te conheci.


José Maria... Z L

Quando tu chegaste, nos olhos trazias a felicidade
de uma menina pura e singela.
O teu sorriso era tão lindo como d'um anjo vindo
do paraíso.
O teu ar fresco, deixava transparecer uma força
imortal.
Eras, uma princesa segura; determinada.
Eu, olhava para ti..., sussurrava, palavras sem
nexo...
Viajava no tempo, como se estivesse no céu.
Andei por caminhos incertos...
Por ruas impróprias...
Encontrava-te sempre no abissal da solidão.
[...] era pouco!
Eu queria-te nos meus braços...
Queria acordar contigo..., como se tivéssemos che-
gado de uma viagem, em
que todos os nossos sonhos se realizaram...
Em que nada ficou por dizer ou por fazer.
Amar-te-ei neste sonho ilusório.


-Foto da Net

José Maria... Z L

Quando tu chegaste, nos olhos trazias a felicidade
de uma menina pura e singela.
O teu sorriso era tão lindo como d'um anjo vindo
do paraíso.
O teu ar fresco, deixava transparecer uma força
imortal.
Eras, uma princesa segura; determinada.
Eu, olhava para ti..., sussurrava, palavras sem
nexo...
Viajava no tempo, como se estivesse no céu.
Andei por caminhos incertos...
Por ruas impróprias...
Encontrava-te sempre no abissal da solidão.
[...] era pouco!
Eu queria-te nos meus braços...
Queria acordar contigo..., como se tivéssemos che-
gados de uma viagem, em
que todos os nossos sonhos se realizaram...
Em que nada ficou por dizer ou por fazer.
Amar-te-ei neste sonho ilusório.


José Maria... Z L
A voz do vento chamou pelo meu nome, pelo nome da terra,
pela água e pelos astros...
O poderio do tempo marcou os meus olhos, a minha pele
e desgastou os meus sonhos...
Já não tenho ilusões... Talvez até eu já seja, um descrente.
Lutei e venci sempre o
torpor da vida, nunca vacilei frente a qualquer dificuldade:
mesmo em
horas difíceis, não me acobardei.
Hoje sou um velho de olhar vazio...
A erosão do tempo, esse miserável desgraçado, apagou
o meu fogo de então e,
deixou-me cinzas e uma rua de queixumes, onde,
lamento as horas que me faltam.


... Foto da net

José Maria... Z L

Os meus olhos eram pequeninos...
Neles cabiam a tua imagem e todos
os voos dos pássaros.
O sussurrar do vento numa seara
é como um bailado numa tarde de sol,
é como ter-te nos meus braços
e acreditar que a vida é eterna.
A mudez d'arte é um prenúncio lânguido,
que, quando se entranha,
os actores fazem com coração.


José Maria... Z L

Ameno em mim o sossego d'outrora,
o sorriso infantil de então,
e a meninice que eu tinha.
Hoje corro atrás das borboletas
como quem corre atrás de uma ilusão...
Sonho e brinco, na quietude da idade, e,
até, com alguma verdade
faço jogos de faz de conta.
E... como tudo na vida,
hoje recordo o meu tempo de criança
com lágrimas nos olhos.


José Maria... Z L

O pôr do sol vinha descendo devagarinho como quem pisa
as violetas, nas
tardes melancólicas de um dia quente.
Vislumbrava-se um fim de tarde com sabor a maresia...
A praia estava deserta, enrolada num silêncio total: apenas
se fazia ouvir a minha respiração.
Eu olhava as ondas que deslizavam sobre a areia molhada,
imaginava-me, a
namorar a mais bela sereia alguma vez vista no areal:
Correu-me um fogo serpentino no corpo!
Mas a tarde veio inebriar-me!...
Quando aproximaste com o teu jeito felino, sedutora, de
mulher airosa, sen-
ti um vazio que quase dilacerou-me o peito e que me deixou
num desvario...
Dei mais um mergulho!
Olhei para ti e tudo pareceu-me um sonho ofusco. Até
que os teus olhos sorriram para mim e disserem
tudo, sem dizeres nada.


José Maria... Z L